A Força Aérea Brasileira (FAB) precisou agir durante a 17ª Cúpula do Brics, realizada no Rio de Janeiro, e interceptou três aeronaves que violaram as áreas de exclusão aérea estabelecidas para o evento. As ocorrências aconteceram entre sábado (5) e domingo (6) de julho, em meio a um rígido esquema de segurança para proteger chefes de Estado e governo de mais de 20 países.
Duas das aeronaves foram abordadas por aeronaves A-29 Super Tucano, que verificaram autorizações e dados de voo, enquanto caças F-5M armados com mísseis patrulhavam a região. Ambas atenderam às orientações e deixaram a área restrita escoltadas.
O terceiro caso envolveu um helicóptero que fazia tráfego irregular; após ser interceptado visualmente, deixou a zona proibida e pousou em um ponto isolado, tendo sua localização informada às forças de segurança em terra.
O esquema de segurança aérea durante a Cúpula do Brics no Rio, seguiu o mesmo protocolo usado em outros eventos internacionais, como o G20, e incluiu ainda o emprego de snipers, bloqueios terrestres e a suspensão temporária das operações no aeroporto Santos Dumont, que permaneceu fechado durante os principais dias da cúpula. Na época os voos foram transferidos para o aeroporto internacional do Galeão.
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