Flávia Saraiva abriu o sorriso e comemorou antes mesmo de receber a nota. A ginasta de 27 anos sabia que precisava cravar sua série mais forte em uma final de trave de nível muito alto no Mundial de ginástica artística. E foi isso que ela fez.
No último fim de semana, Flavinha brilhou em Roterdã e conquistou o bronze com 14,300 pontos. Cotada para um pódio da trave desde a Rio 2016, a brasileira enfim pôde colocar essa medalha no peito, a segunda do Brasil na Holanda, depois que Rebeca Andrade foi tricampeã do salto.
Flavinha é especialista de trave desde a categoria de base, conquistando a prata nas Olimpíadas da Juventude em 2014. Foi duas vezes finalista olímpica do aparelho e chegou em Roterdã a sua terceira decisão em Mundiais. No ano passado, a brasileira beliscou o pódio na quarta posição. Desta vez, a medalha veio, igualando o feito de Rebeca Andrade no Mundial de 2023, os melhores resultados do Brasil na trave na história.
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