Nos últimos dias, o Estado de São Paulo tem registrado um aumento alarmante nos casos de febre maculosa, uma doença transmitida por carrapatos contaminados, incluindo a espécie Amblyomma aureolatum, encontrados em animais de grande porte, animais selvagens e em alguns cães com acesso a àreas rurais, matas ou riachos. Além de representar uma ameaça à saúde humana, é crucial proteger os animais de estimação contra essa doença.
Especialistas enfatizam que os residentes de áreas rurais devem estar especialmente atentos ao surgimento de carrapatos nos animais de estimação. Da mesma forma, aqueles que vivem em áreas urbanas próximas a animais silvestres e matas. Além do Amblyomma aureolatum, outras espécies de carrapatos são responsáveis pela transmissão da febre maculosa no Brasil, como o carrapato-estrela (Amblyomma cajennense) e o dubitatum (Amblyomma cooperi).
No interior de São Paulo, a febre maculosa está associada ao carrapato-estrela, que geralmente é encontrado em áreas de mata nativa e nas margens de rios. Homens adultos são mais suscetíveis, provavelmente devido às suas atividades nessas regiões. As ninfas, que são as formas imaturas do carrapato, são os principais estágios envolvidos na transmissão da doença e são mais prevalentes nos meses mais frios.
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