Raposas e pássaros que circulam entre cidades, fazendas e áreas naturais podem estar carregando e espalhando bactérias resistentes a antibióticos sem adoecer por isso.
É o que aponta um estudo publicado na última semana na revista científica Frontiers in Microbiology.
Os pesquisadores propõem que monitorar esses animais pode ser uma forma de detectar, com antecedência, o avanço dessas bactérias para além de hospitais e criações de animais. A pesquisa foi conduzida por Mauro Conter, professor da Universidade de Parma, na Itália, e colegas. A equipe analisou quase 500 amostras de fezes de raposas-vermelhas, corvos e aves aquáticas coletadas em diferentes regiões do norte da Itália.
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