De acordo com o coordenador do estudo, o doutor em Ciências Biológicas, William Magnusson, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o projeto monitora diversos pontos e regiões da RDS. “Até o momento, foi instalado completamente um módulo de amostragem da biodiversidade no ramal do Km 50 da AM-352. Este módulo tem 12 quilômetros de trilhas. Um outro módulo está sendo construído no ramal do Km 12″, destacou.
O projeto, em andamento, já proporcionou a realização de um minicurso sobre turismo ecológico voltado para as comunidades que cercam a reserva, permitindo assim a capacitação dos participantes. Além disso, foram produzidos dois livretos, nos formatos impresso e digital, sobre a fauna das aves e dos sapos da região, para serem utilizados por guias turísticos e estudantes.
Ainda de acordo com o pesquisador, mais dois livros com dados científicos coletados pelo projeto estão em fase de produção. As obras são sobre cobras venenosas que habitam a região e processos ecológicos em florestas de areia branca, como é o caso da RDS do Rio Negro.