O grid da F1 tem ficado mais colorido - com o laranja da McLaren, o azul-turquesa da Williams, o verde-limão da Sauber, o vermelho Maranello da Ferrari. Mas, as cores também têm dividido espaço nos carros com um "preto" que, na verdade, é da fibra de carbono exposta dos monopostos. No entanto, a tática visando reduzir o peso dos veículos sem a tintura será vetada a partir da temporada 2026.
A decisão foi tomada pela Comissão da Fórmula 1, que se reuniu nesta sexta-feira em Londres no Reino Unido: pelo menos 55% da superfície dos carros deverão estar pintados e conter adesivos, para fomentar a diferenciação visual dos competidores. Hoje, o peso mínimo do carro da categoria é de 798kg; e, com a remoção de partes significativas das pinturas, estima-se ser possível economizar entre 600g e 6kg mas visando manter-se perto do limite. Esse valor mínimo não contabiliza o combustível.
Além dele, há um peso mínimo corporal atribuído aos pilotos que deve ser de 80 kg, já trajando todos os seus equipamentos, como capacete, macacão e o HANS (colar cervical). O peso mínimo foi estipulado para manter a isonomia da competição, já que um carro mais leve também é mais rápido.
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