As exportações brasileiras para a China atingiram o recorde histórico de US$ 23,9 bilhões no primeiro trimestre de 2026, uma alta de 21,7% em relação ao ano anterior. O principal motor desse crescimento foi o petróleo, cujas vendas para o país asiático dobraram, somando US$ 7,19 bilhões e consolidando o Brasil como um parceiro estratégico em meio às instabilidades no Oriente Médio.
?Além do setor energético, as commodities como soja e minério de ferro mantiveram relevância no superávit comercial, beneficiadas pela valorização dos preços internacionais. No total, a China absorveu 57% de todo o petróleo bruto exportado pelo Brasil no período, atingindo o maior volume mensal de embarques desde o início da série histórica em 1997.
?Pelo lado das importações, o destaque foi a invasão dos veículos elétricos e híbridos chineses, que somaram US$ 1,23 bilhão no trimestre. Esse movimento reflete a mudança no mercado automotivo nacional e a antecipação de compras antes do aumento das alíquotas de importação, enquanto montadoras chinesas preparam o início da produção local no Brasil.
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