O Exército de Israel reivindicou ontem (18), a autoria do ataque que matou quatro pessoas, incluindo o principal porta-voz do movimento xiita libanesa Hezbollah, Mohamed Afif, em Beirute, neste último domingo (17).
O Hezbollah confirmou a morte de Afif em uma explosão na sede do Partido Socialista Árabe Baath em Beirute, que também deixou 14 feridos. O Irã, aliado do Hezbollah, condenou o ataque, classificando-o como um “ato terrorista”, e defendeu que Afif representava a “voz da nação libanesa”. Enquanto isso, o Líbano enfrenta um cenário de escalada de violência, com novas operações militares israelenses.
Desde outubro, os confrontos entre Israel e Hezbollah aumentaram após o grupo libanês abrir uma “frente de apoio” ao Hamas, em resposta à guerra em Gaza. A ofensiva israelense no Líbano, que inclui bombardeios e operações terrestres, visa neutralizar o Hezbollah, com o objetivo de estabilizar o norte de Israel, afetado por projéteis lançados pelo grupo libanês.
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