Durante dias, a fúria de Donald Trump sobre a pressão para conseguir centenas de milhões de dólares para pagar uma fiança até segunda-feira (25) tem circulado nos bastidores e por meio de um fluxo constante de postagens nas mídias sociais.
A barragem pública da última sexta-feira (22) em sua plataforma Truth Social, que incluiu vários posts em letras maiúsculas, destacou sua raiva persistente com o juiz que proferiu o julgamento de US$ 464 milhões, a procuradora-geral de Nova York que trouxe o caso de fraude civil e a insistência de Trump de que tudo foi projetado para inviabilizar sua campanha presidencial.
Os posts, incluindo um enviado na madrugada da sexta-feira, continha uma mistura de provocações e reivindicações desprovidas de fatos ou provas. (Não há evidências de que a Casa Branca tenha desempenhado qualquer papel no caso trazido pela procuradora-geral de Nova York, Letitia James, muito menos ordenou que ela prosseguisse seu esforço. Nem há evidências de que Trump, como ele alegou, tem planos para usar seu próprio o dinheiro para a campanha presidencial.)
Mas, nos posts, também estava incorporada uma realidade que levou a empresa e as finanças pessoais de Trump à beira do abismo com apenas dois dias restantes para que consiga uma solução. Trump, como ele mesmo observou, tem uma quantidade significativa de dinheiro, de acordo com uma revisão de sua mais recente divulgação financeira de candidatos e declarações financeiras pessoais.
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