O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou ontem (15) que possíveis sanções dos Estados Unidos contra o Irã, ventiladas pelo presidente Donald Trump, não devem impactar significativamente o Brasil. Durante o programa "Bom Dia, Ministro", Alckmin ressaltou que o fluxo comercial entre brasileiros e iranianos é reduzido e que uma "supertarifação" global seria de difícil aplicação, uma vez que teria de atingir dezenas de nações, incluindo potências europeias como a Alemanha.
Alckmin ponderou que, até o momento, não houve a formalização de ordens executivas por parte de Washington que oficializem tais restrições. Ele defendeu que o imposto de importação possui uma lógica regulatória distinta e expressou o desejo de que as ameaças não se concretizem para não desestabilizar o comércio mundial. O ministro reforçou que o Brasil mantém uma postura de neutralidade e diálogo, evitando litígios com outros países.
Ao comentar o cenário geopolítico, o vice-presidente reiterou que o Brasil é um país de paz e que sua atuação internacional foca na promoção da estabilidade e na boa convivência comercial. Para Alckmin, a prioridade brasileira em 2026 continuará sendo o fortalecimento da economia e a busca por mercados diversos, sem se envolver em conflitos externos. Mais detalhes sobre a agenda econômica e comercial do governo podem ser consultados no portal oficial do MDIC.
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