O governo Biden reintroduziu sanções abrangentes sobre o petróleo venezuelano, desafiando os esforços de Nicolás Maduro para fortalecer seu governo. De acordo com as informações do The Guardian, isso ocorreu apenas seis meses após os EUA relaxarem as restrições, visando apoiar o otimismo, agora em declínio, de uma transição democrática na nação da Opep.
Uma fonte do alto escalão de Washington afirmou que qualquer empresa norte-americana investindo na Venezuela teria 45 dias para encerrar suas operações, visando evitar perturbações nos mercados globais de energia.
Segundo a fonte do governo norte-americano, que falou sob condição de anonimato por conta da sensível questão diplomática, Maduro e seus representantes não cumpriram plenamente o espírito ou a letra do acordo.
A reintrodução das sanções pode ter implicações profundas para o destino da frágil democracia venezuelana, sua economia e a migração na região.
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