Os Estados Unidos dobraram a recompensa por informações que levem à prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões), acusando-o de ser "um dos maiores narcotraficantes do mundo". O presidente dos EUA, Donald Trump, é um crítico de longa data de Maduro que retornou ao cargo em janeiro após uma eleição marcada por acusações de fraude eleitoral e perseguição à oposição.
Os resultados do pleito venezuelano foram amplamente rejeitados pela comunidade internacional. Apesar das hostilidades e diferenças, há quem veja uma aproximação recente e pragmática entre EUA e Venezuela, por exemplo com uma troca de prisioneiros em julho. A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, afirmou que seu país dobraria recompensa já anunciada de US$ 25 milhões e que Maduro estaria diretamente ligado a operações de tráfico de drogas.
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, disse que a nova oferta de US$ 50 milhões é "patética" e parte de uma "propaganda política". No primeiro mandato de Trump, o governo americano acusou Maduro e outras autoridades venezuelanas de uma série de crimes, incluindo narcoterrorismo, corrupção e tráfico de drogas.
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