Para aumentar a pressão sobre o Irã enquanto decide se irá juntar-se a Israel nos ataques à teocracia persa, Donald Trump ordenou o deslocamento de mais um grupo de porta-aviões para perto do Oriente Médio, aquele liderado pelo USS Gerald Ford.
Primeiro modelo de uma classe desses supernavios movidos a propulsão nuclear, que leva seu nome, o Ford é a belonave mais poderosa do planeta. Ele irá unir-se em talvez 20 dias ou mais ao USS Carl Vinson, já operando perto do Golfo Pérsico, e ao USS Nimitz, que deve chegar na semana que vem, vindo do mar do Sul da China.
O Ford está em seu porto americano, Norfolk, e ficará postado no Mediterrâneo oriental. Do grupo do Carl Vinson, há pelo menos dois destróieres destróieres no mar Vermelho, já lidando com os rebeldes houthis do Iêmen, que estão em trégua com os ocidentais, mas lançando mísseis e drones contra Israel, em apoio a seus patronos em Teerã.
Além disso, Trump já enviou quase 30 aviões-tanque para bases na Europa, que podem tanto apoiar uma grande ação americana quanto, se o presidente recuar da intervenção direta, ajudar Tel Aviv: os israelenses têm uma frota mais limitada, de 10 aviões, 6 dos quais de longa distância.
Trump também reforçou as 19 bases, 8 delas permanentes, na região com defesas e, no caso dos aeródromos, mais aviões. A principal fica no Qatar, de frente para o Irã no Golfo Pérsico.
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