Os Estados Unidos confirmaram ontem ter realizado dois bombardeios, no início de setembro, contra um barco supostamente carregado de drogas no Caribe.
O anúncio gerou críticas, inclusive entre parlamentares republicanos, que questionam se o ataque violou as regras do Pentágono sobre direito de guerra, ao atingir duas pessoas que tentavam sobreviver.
Segundo a Casa Branca, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, autorizou o almirante Frank Bradley, chefe das operações especiais do Exército, a disparar contra os náufragos. A porta-voz Karoline Leavitt afirmou que Bradley "agiu no âmbito de suas funções e em conformidade com a lei que rege o engajamento militar, para garantir a destruição do barco e a eliminação da ameaça que pesava sobre os Estados Unidos”.
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