quinta, 23 de abril de 2026
14/09/2025   15:38h - Fama & Estilo

Estilista Giorgio Armani determinou em testamento que sua grife de luxo deve ser vendida

 

Giorgio Armani, morto na semanada passada, aos 91 anos, deixou um testamento instruindo seus herdeiros a vender gradualmente a marca de moda que criou há 50 anos ou buscar uma abertura de capital. 

A decisão surpreende porque o estilista sempre buscou proteger a independência da empresa e as suas raízes italianas. O testamento estabelece que os herdeiros devem vender inicialmente 15% das ações da grife em 18 meses e, posteriormente, transferir entre 30% e 54,9% das ações para o mesmo comprador de três a cinco anos. 

O testamento também determina que a prioridade deve ser dada à gigante do luxo LVMH, à L’Oreal, à líder em óculos EssilorLuxottica ou outro grupo de “igual valor” identificado por uma fundação criada pelo estilista para preservar seu legado. 

A escolha teria que ser aprovada por Pantaleo Dell’Orco, parceiro de Armani na vida e nos negócios. Não ficou claro o que aconteceria se um dos herdeiros ou a fundação não cumprisse as instruções sobre a venda estabelecidas no testamento.


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