Trindade e Tobago declarou um novo estado de emergência, depois de as autoridades terem acusado uma rede criminosa que operava nas prisões do país de conspirar para matar funcionários governamentais de topo e atacar instituições públicas. A polícia disse que telemóveis contrabandeados permitiam que os envolvidos na conspiração trocassem mensagens encriptadas.
Segundo as autoridades, meses de recolha de informações levaram os investigadores a acreditar que os alvos incluíam agentes superiores da polícia, membros do poder judicial e funcionários do Ministério Público. "Não houve ameaças específicas a nenhum político", referiu a polícia.
A polícia descreveu os envolvidos como "uma rede criminosa coordenada e altamente perigosa". Guevarro disse que o relatório da inteligência o levou a recomendar que a recém-eleita primeira-ministra Kamla Persad-Bissessar declarasse o estado de emergência. Os líderes de gangues que estavam alojados numa prisão de segurança máxima no leste do país onde a posse ilegal de telemóveis e de outros dispositivos de comunicação tem sido um problema há muito tempo, foram transferidos para uma instalação não identificada, informou sem fornecer mais detalhes.
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