quinta, 23 de abril de 2026
09/06/2025   12:00h - Ciência & Tecnologia

Esta tecnologia de 1928 ainda é essencial para Google e NASA guardarem dados

Em um cenário onde SSDs e soluções em nuvem dominam atualmente as discussões sobre armazenamento, uma criação de 1928, atribuída ao engenheiro alemão Fritz Pfleumer, segue como um elemento fundamental para diversas empresas pelo mundo. As fitas magnéticas.


 Sua durabilidade, baixo custo por terabyte e confiabilidade mantém essa tecnologia uma escolha estratégica para diversas corporações. 

 

É o tipo de tecnologia que faz lembrar aquela expressão “old, but gold” (velho, mas de valor). 

 

A trajetória da fita magnética lembra aqueles filmes onde o protagonista improvável se torna herói.

 

 Nascida para capturar áudio, ela demorou 23 anos para encontrar sua verdadeira vocação: em 1951, a UNIVAC I se tornou o primeiro computador a usar fitas para armazenar dados digitais.

 

 Essas fitas eram lidas e gravadas por unidades chamadas UNISERVO, que foram os primeiros drives de fita magnética comercializados com computadores.

 

 Cada fita podia armazenar cerca de 1,5 MB de dados, com uma taxa de transferência de aproximadamente 7.200 caracteres por segundo. 

 

Desde então, ela evoluiu em silenciosamente. Enquanto todo mundo falava sobre a morte dos formatos físicos, as fitas magnéticas se reinventaram constantemente. As fitas magnéticas disponíveis comercialmente mais recentes são as LTO-9, lançadas em 2021, com capacidade nativa de 18 TB e até 45 TB com compressão. Em 2023, a IBM anunciou o sistema de armazenamento TS1170, que utiliza cartuchos com capacidade nativa de 50 TB e até 150 TB com compressã

 

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