O governo britânico enfrenta críticas crescentes após a revelação de que um empresário chinês, expulso do país, teria usado conexões com o príncipe Andrew para se aproximar de figuras influentes da política e da economia. Parlamentares e especialistas pedem uma postura mais rígida contra a China, incluindo a inclusão do país no nível mais rigoroso do esquema de registro de influência estrangeira (FIRS).
O programa, adiado para 2025, exigirá que indivíduos ligados a potências estrangeiras declarem atividades políticas no Reino Unido. O caso ocorre em um momento em que o governo trabalhista busca reaproximar-se de Beijing, com visitas programadas de ministros e do primeiro-ministro Keir Starmer para 2025.
Além disso, investigações mostram que o empresário chinês utilizou sua relação com o príncipe Andrew para intermediar iniciativas financeiras e estabelecer contatos políticos, potencialmente em benefício de interesses chineses. Com a identidade do empresário protegida por ordem judicial, membros do Parlamento pressionam pelo fim do anonimato, destacando os desafios de equilibrar interesses comerciais e segurança nacional.
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