O ON Jornal traz a seu leitor(a) nesta edição, uma entrevista com o Diretor Industrial da CIS Eletrônica, Gilberto Vallio, fique ligado e fique ON.
A CIS Eletrônica é uma indústria nacional, pioneira no desenvolvimento e fabricação de tecnologia de captura de dados, com 40 anos de atuação nos mercados de produtos de automação bancária e comercial. Seus principais produtos são leitores biométricos, leitores de código de barras, leitores de cheques, impressoras para bancos, leitores de cartões inteligentes Smartcards, leitores Mifare (sem contato), scanners de cheques , leitores de cartões magnéticos e sensores óticos para integração OEM.
Com seus produtos inovadores e engenharia especializada, a CIS participou de grandes implementações de novas tecnologias no mercado nacional nas linhas de automação de processos de negócios; e de processos de acessos físicos, com a utilização de componentes tais como: leitores de cartões magnéticos, leitores de cartões de código de barras, leitores smart cards, scanner biométricos, bem como em processos de meio de pagamentos eletrônicos e transações financeiras (TEF), pioneira com dispositivos - POS/PINPAD - Mobile Payment.
Vamos conhecer um pouco mais desta importante empresa presente no Polo industrial de Manaus com a apresentação do Diretor Industrial Roberto Vallio.
Gilberto Vallio – a CIS tem 8 anos de presença no Polo industrial de Manaus, porém, já existe há 40 anos no mercado de automação. Estando em Manaus a CIS tem a oportunidade para que seus benefícios fiscais sejam validados. Com isso possibilita não só as vendas dos produtos, mas também se torna ponto para fazermos serviços para terceiros. Quem quer fazer a montagem de um produto e ter benefícios fiscais, junto a CIS tem essa possibilidade concreta.
Temos uma área de apoio de engenharia que é muito evoluída, essa engenharia dá apoio não só aos nossos produtos, mas produtos terceirizados. Existe um suporte de nível nacional onde nos garante o pleno funcionamento dos produtos.
Quais as perspectivas para o cenário de pós pandemia perante o desenvolvimento da empresa?
Gilberto: Ainda sofremos com uma demanda muito reprimida. Mas há a probabilidade de crescimento nas vendas de automação, por isso, estamos animados com essa retomada de mercado de automação, pois não para e a evolução é constante. E o polo industrial de Manaus vai nos ajudar a mostrar nossos produtos e a alavancar mais negócios.
Com a baixa de incentivo apresentado pelo Ministério da economia recentemente e como fica a motivação da empresa?
Gilberto: É preocupante, porque o incentivo é o que alavanca as empresas a virem para Manaus. Mas estamos confiantes ainda nos processos da zona Franca e que isso não deve se alterar rigidamente e as vantagens são muito grandes embora a logística é complicada. A tecnologia em Manaus é fantástica, o povo é maravilhoso. A CIS está muito feliz aqui no Polo industrial.
No campo de pesquisa tecnológica, a CIS tem projetos ou parcerias para ajudar a fomentar a tecnologia em nosso Estado?
Gilberto: para um empresa que atua na área de informática devido às leis, existe uma exigência no setor de pesquisa e desenvolvimento. Por norma a empresa tem que investir 5% ao ano do faturamento bruto. Por isso, temos institutos de pesquisas na qual são feitos esses investimentos. E isso se faz naturalmente, não só pesquisa para novos produtos, mas melhorias da própria fábrica em processo e em sistemas de gestão.
Os produtos da empresa são fabricados aqui em Manaus?
Gilberto: a empresa nasceu em São Paulo e viemos para Manaus inicializar um produto que todos conhecem que é a moderninha(maquininha de cartão). Foi a CIS que trouxe esse equipamento para o Brasil, isso que proporcionou a montagem da fábrica aqui.
Muito depois que adquirimos os PPBs dos produtos. A linha de fabricação era em São Paulo mas os produtos eram fabricados em São Paulo e num período de 2 anos foi que trouxemos todos os produto para o Amazonas. Em São Paulo só ficam a parte comercial e a financeira. Aqui em Manaus somos o braço produtivo da empresa.
Existe alguma ramificação Internacional da empresa para fabricação, implantação ou importação?
Gilberto: os nossos componentes são importados nós temos pontos de referência na China onde fazemos esses contatos e pesquisa de mercado. Esse nosso ponto de referência é o que nos alimenta para vermos as melhores oportunidades de itens para fazermos aquisição.
Por exemplo, algumas impressoras são produzidas na China, o projeto é chinês. Nós compramos todos os componentes do projeto deles e esses produtos chegam no Brasil no polo industrial de Manaus e fazemos a montagem. Dependendo do produto fazemos soluções e se o mercado brasileiro não tem esse produto, vamos lá fora identificamos esses produtos, compramos os componentes do projeto e fazemos a integração aqui em Manaus.
Mais sobre a CIS Eletrônica
A CIS conta com uma planta industrial de 3500 m2 na Zona franca de Manaus para a produção própria e também para nacionalizar produtos de terceiros, a serem comercializados em grande escala no mercado local com incentivos fiscais, aliada a sua rede de Assistência Técnica.
CIS Eletrônica da Amazônia Ltda.
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