O luto, normalmente, está relacionado à morte, porém, na ciência é visto como provocado por qualquer interrupção emocional forte que promova tristeza profunda e período de desolação, seja pela morte de um ente querido, um divórcio ou alguém próximo que foi morar longe. O processo é dividido em cinco fases e a maioria das pessoas irão desenvolver pelo menos dois estágios e não necessariamente seguindo uma ordem: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação.
Segundo Lívia Vieira, psicóloga do Hapvida Saúde, o período mais preocupante é a depressão, quando a pessoa toma consciência da perda. Em alguns casos, não é recomendável passar pela situação sozinho.
Entenda as fases do luto:
• Negação: não conseguir aceitar a perda e recusar a acreditar no acontecimento.
• Raiva: ainda não houve aceitação da perda e começam questionamentos, como, por exemplo, “por que comigo?”.
• Negociação: o fato ainda não é considerado como consumado. A pessoa busca uma forma para as coisas voltaram a ser como antes.
• Depressão: fase crítica e delicada, em que começa o entendimento da perda e a percepção de que não será como antes. Sensação de perda imediata de sonhos, projetos, mudanças e insistente lembranças associadas à pessoa.
• Aceitação: ciclo final do processo de luto. Não há mais amargura, angústia ou negação. A perda recebe outro olhar para ser aceita com mais tranquilidade e equilíbrio.
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