De acordo com climatologistas, as tempestades na Bahia têm a ver com uma combinação de dois fenômenos distintos. O primeiro deles trata-se de um corredor de umidade que sobe na Amazônia e vai em direção à Bahia, ao Rio de Janeiro e a São Paulo.
O segundo é a formação de uma área de baixa pressão no Oceano Atlântico, próximo à região costeira do Brasil, que evoluiu para um sistema denominado depressão subtropical. A depressão subtropical é um evento meteorológico que gira no sentido horário e marcado pela formação de nuvens, ventos, tempestades e marítima.
Segundo especialistas, uma depressão subtropical é algo atípico e ainda possui condições evoluir para uma tempestade tropical. Na Bahia, o sul foi a região que teve chuvas mais volumosas.
No dia nove de dezembro, o governo do estado decretou situação de emergência para 24 cidades. O objetivo é mobilizar todo o aparato público para apoiar as ações de socorro à população. As mais atingidas foram Jucuruçu e Itamaraju, que ficam no sul do estado.
De acordo com Rui Costa (PT), governador da Bahia, os dois municípios “estão praticamente embaixo d’água”. Autoridades orientam que os moradores dos locais afetados se abriguem em áreas mais altas e solicitem ajuda.
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