A Prio (PRIO3) obteve nesta semana, a licença do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis) para reparar os polos do campo de petróleo de Tubarão Martelo, próximo da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. A notícia animou o mercado financeiro e pode trazer um alívio de curto prazo para a Prio. As ações da Prio subiriam no Ibovespa.
Para o banco americano, Goldman Sachs, a licença do órgão ambiental pode impulsionar a produção de petróleo no curto prazo de forma ligeira. Em março, os poços que receberam anuência do Ibama ontem para reparo afetaram negativamente o volume da Prio.
O Goldman Sachs diz que a nova anuência do Ibama para a júnior oil é positiva e deve gerar boa reação de investidores. Contudo, o banco pontua que não é a autorização mais aguardada a ser feita pelo instituto à Prio.
Essa seria a liberação para exploração do campo de Wahoo. O pedido da Prio (PRIO3) para perfuração do campo, que tem potencial para extração de cerca de 50 mil barris de petróleo por dia, está em fase de análise pelo Ibama desde 2023.
No início deste mês, o Goldman Sachs rebaixou a recomendação da Prio de compra para neutra. A produção da Prio (PRIO3) vem sofrendo em 2025. Em março, o volume de barris diários da petroleira caiu pelo terceiro mês consecutivo.
No mês passado, os dois poços de Tubarão Martelo interromperam a produção de petróleo por uma falha de equipamento. De acordo com comunicado, a Prio planeja reparar os poços próximos à Bacia de Campos assim que obter a licença para explorar Wahoo.
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