O mais recente relatório técnico anual lançado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM), organização social fomentada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) que oferece assessoria técnica ao manejo de pesca na Amazônia, revelou que a pandemia ocasionada pelo coronavírus (COVID-19) prejudicou diversas atividades envolvendo os coletivos de manejo que atuam nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Amanã e entorno durante o ano passado.
Em virtude da crise de saúde pública, o relatório de 2020 apontou uma diminuição na quantidade das ações presenciais.
Segundo o levantamento, elaborado pela equipe técnica do Programa de Manejo de Pesca (PMP) do Instituto Mamirauá, foram realizados no período apenas um curso de controle de qualidade e uma oficina de monitoramento e boas práticas de manipulação do pescado durante a temporada de pesca.
O tradicional Encontro de Manejadores, foi substituído por uma reunião com um representante de cada coletivo de pescadores, e o processo de avaliação só pôde ser realizado em abril deste ano, mas ainda com um número reduzido de participantes.
Antes da pandemia, o instituto capacitava em média 150 a 250 pescadores por ano, contrapondo ao número de 48 pescadores e pescadoras que receberam treinamento em 2020.
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