Durante a pandemia de covid-19, houve um expressivo crescimento do ensino a distância (EaD), saltando de 19,1% para 26,8% entre 2019 e 2020, conforme dados do Mapa do Ensino Superior no Brasil 2022. Surpreendentemente, mesmo após o término da pandemia, a tendência de ensino remoto persistiu em alta.
A discussão acerca das vantagens, desafios e perspectivas do ensino híbrido ocorreu durante a mesa-redonda intitulada "Nuances e desafios do ensino híbrido", um dos destaques da 75ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O evento teve lugar na Universidade Federal do Paraná (UFPR) na última quinta-feira (27).
O ensino híbrido desponta como uma promissora tendência na área da educação para o futuro. Essa modalidade inovadora combina o aprendizado presencial com o ensino online, criando um ambiente que mescla as tradicionais salas de aula com conteúdo apoiados por ferramentas tecnológicas.
Embora seu potencial tenha sido evidenciado ao longo da pandemia, o Ministério da Educação (MEC) ainda não oficialmente reconheceu essa abordagem educacional, gerando debates acalorados sobre sua eficácia e papel no cenário educacional brasileiro.
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