Mais conhecida por sua marcante atuação em “Ardida como Pimenta”, Doris Day já foi considerada a namoradinha de Hollywood. De modo notório, a atriz brilhou nos cinemas devido a uma série de fascinantes comédias românticas ao lado de Rock Hudson.
Contudo, a vida privada da atriz - assim como a vida de seu antigo colega de elenco - mostrou-se não ser tão saudável quanto a sua personalidade pública. Portanto, o que exatamente Day estava escondendo de seus fãs? Ao apresentar seu talento natural para o canto e seu senso de humor através da interpretação de vários papeis, Day encantou o público no mundo todo durante os anos 50 e início dos anos 60.
Longe das câmeras, no entanto, as mulheres de Hollywood viveram uma vida com mais tragédia do que comédia.
Ao final da adolescência de Day, por exemplo, ela se casou com Al Jorden - um trombonista que conheceu enquanto se apresentava com Barney Rapp e sua orquestra. Infelizmente, porém, a união deles estava longe de ser feliz, dado que Jorden era um esquizofrênico abusivo o qual quase matou o filho ainda não nascido do casal. Após saber que sua esposa estava grávida e não queria abortar, o músico a atacou brutalmente.
Com o terceiro marido, Day não sofreu financeira e profissionalmente e fisicamente. Ele era também um homem controlador que a pressionava a trabalhar de modo constante. Como resultado, Day começou a ter problemas com sua saúde mental, tanto que enquanto gravava “Ardida como Pimenta”, por exemplo, ela lutou contra crises de pânico. Em 2004, esse ícone das telas ficou devastado quando seu filho, com apenas 62 anos, faleceu tragicamente de câncer.
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