Embora o Pix só tenha sido lançado oficialmente em novembro de 2020, documentos do Banco Central (BC) mostram que os fundamentos do sistema de pagamentos instantâneos foram concluídos ainda em 2018, após dois anos de discussões internas iniciadas em 2016. Na época, o então presidente do BC, Ilan Goldfajn, incluiu o projeto como parte da Agenda BC+, voltada à modernização do sistema financeiro e à inclusão bancária.
O nome oficial do sistema foi apresentado apenas em fevereiro de 2020. O lançamento ocorreu em novembro do mesmo ano, após testes com uma parcela reduzida de clientes e adesão gradual das instituições financeiras. O Pix se consolidou como um meio de pagamento gratuito para pessoas físicas e MEIs, exceto em transações comerciais.
Atualmente com cinco anos de operação, o Pix já movimentou cerca de R$ 65 trilhões. Em junho de 2025, o sistema bateu recorde mensal, com R$ 2,86 trilhões transferidos entre clientes de 936 instituições. A ferramenta, que hoje enfrenta críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, começou a ser discutida com outros bancos centrais em 2016, por meio de um relatório do Banco de Compensações Internacionais (BIS), que incluiu contribuições do Federal Reserve e do Banco Central Europeu.
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