Celebrado ontem (20), o Dia Mundial da Osteoporose chama a atenção para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença, que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas. Segundo o geriatra Rodrigo Buksman, da Área de Medicina Interna do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), uma em cada três mulheres com mais de 50 anos e um em cada cinco homens nessa faixa etária sofrerão uma fratura relacionada à osteoporose ao longo da vida.
A doença costuma evoluir sem sintomas e, em muitos casos, só é identificada após uma fratura, que pode ocorrer mesmo depois de uma queda da própria altura. Entre os fatores de risco estão o envelhecimento, o histórico familiar, o baixo peso corporal, o sedentarismo, o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e a deficiência de cálcio e vitamina D. A osteoporose é mais frequente entre mulheres após a menopausa, devido à redução dos níveis de estrogênio.
O diagnóstico pode ser feito por meio da densitometria óssea, exame que avalia a densidade mineral dos ossos. Para prevenir a doença, especialistas recomendam a prática regular de atividades físicas, alimentação equilibrada, ingestão adequada de cálcio, vitamina D e proteínas e medidas para evitar quedas, especialmente entre idosos. A osteoporose tem tratamento, definido conforme as condições de saúde e o risco de fraturas de cada paciente.
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