A taxa de desemprego recuou a 6,2% no Brasil no trimestre encerrado em maio, apontam dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É o menor patamar para esse intervalo na série histórica iniciada em 2012. O indicador estava em 6,8% nos três meses até fevereiro, que servem de base de comparação na Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).
Analistas do mercado financeiro esperavam desocupação de 6,3% até maio, segundo a mediana das projeções coletadas pela agência Bloomberg. O intervalo das estimativas ia de 6,2% a 6,7%.
A Pnad olha tanto para o emprego formal, com carteira assinada ou CNPJ, quanto para o setor informal, que inclui os populares bicos. Apesar do choque de juros praticado pelo BC (Banco Central) para conter a inflação, o mercado de trabalho ainda mostrou sinais de força ao longo dos últimos trimestres. O IBGE destacou que o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado renovou o patamar recorde da Pnad: 39,8 milhões.
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