Deputado Guilherme Cortez (PSOL-SP) propôs, na Alesp, projetos de lei para proibir a compra de armas e softwares israelenses por São Paulo citando o conflito com a Palestina.
SP firmou contratos de R$ 37 milhões com empresas israelenses para armamentos e softwares sem licitação, destacando relações controversas em meio ao conflito. Ferramentas como Cellebrite são usadas em segurança pública e levantamento de dados; entidades judaicas não comentaram os PLs do deputado
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