Acaba de chegar exclusivamente aos cinemas “Pixinguinha: Um Homem
Carinhoso”, que acompanha a vida e a obra de um dos gênios da música brasileira, Alfredo da Rocha Vianna Junior, o Pixinguinha.
Protagonizada por Seu Jorge e com direção de Denise Saraceni, a cinebiografia mostra os altos e baixos da trajetória do autor de “Carinhoso”, da infância sem luxos a morte aos 75 anos em pleno carnaval do Rio de Janeiro, passando pelo aprendizado da flauta, a turnê de seis meses com o grupo “Os Batutas” e pela composição de suas obras-primas do choro e da nossa música
como “Um a Zero”, “Lamento”, “Rosa” e “Aguenta, Seu Fulgêncio”.
No longa, Pixinguinha também é vivido por Danilo Ferreira, Luan Bonitinho e
Thawan Lucas, que o interpretam em diferentes momentos da vida. O elenco
tem ainda Taís Araújo, que vive Beti, a esposa do músico, além de Milton
Gonçalves, Ágatha Moreira, Klebber Toledo e Pretinho da Serrinha, entre outros.
Alfredo da Rocha Vianna Junior (1897-1973), o Pixinguinha, pai da MPB. Gênio
incompreendido e muito à frente de seu tempo, só teve sua importância
reconhecida muitos anos depois.
PA vida do famoso músico, menino negro de
classe média baixa é contada desde suas primeiras performances antológicas
na flauta; a composição de suas muitas obras primas, dentre as quais “Carinhoso” o verdadeiro hino popular brasileiro, que faz 100 anos em 2017;sua temporada de 6 meses em Paris em 1922 com o retumbante êxito de seu conjunto “Oito Batutas”; seus arranjos como primeiro diretor musical para a
Victor americana nos anos 30, sua decadência e ressurgimento nos anos 40;
sua consagração nos anos 60 pelas mãos das novas gerações da bossa nova e do jazz; e sua morte na igreja N. S. da Paz no Rio de Janeiro em pleno carnaval de 1973 durante a passagem da Banda de Ipanema.