Os estudantes de psicologia contam agora com uma cartilha para o uso de redes sociais. Criada pelo Conselho Regional de Minas Gerais, a iniciativa se deu visando criar códigos éticos para os alunos que produzem conteúdo sobre temas relacionados à área.
Diferentemente do que acontece com profissionais formados, que devem seguir normativas para que a comunicação em plataformas aconteça de forma ética, até então, estudantes não possuíam códigos que descrevessem esses limites. A cartilha foi montada a partir de dúvidas e denúncias recebidas pelo Setor de Orientação e Fiscalização do CRP-MG. O setor constatou equívocos cometidos por estudantes ao fazer uso das redes sociais
A cartilha orienta, por exemplo, que os estudantes não se identifiquem como “psicóloga(o)” ou por termos que "possam confundir as(os) seguidoras(es) sobre a posição"; como “psi” e “psicóloga em formação”.
O conselheiro e coordenador da Comissão de Orientação em Psicologia e Formação Profissional, Márcio Damasceno, também é professor do curso de graduação e relata que a busca por informações sobre a publicidade nas redes sociais é um debate que aparece frequentemente em sala de aula. “Cada vez mais as redes sociais são veículos potencializadores para a divulgação do trabalho profissional, como também apresentam o percurso da pessoa até a profissão”, analisa.
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