Enquanto o Haiti continua sofrendo com a "tripla tragédia" envolvendo desastres naturais, violência urbana de gangues e a pandemia de COVID-19, o?Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)?expressou preocupação com o fato de dois terços dos migrantes haitianos expulsos recentemente da fronteira entre Estados Unidos e México serem mulheres e crianças - incluindo recém-nascidos com “necessidades específicas e imediatas”.
“Quando crianças e famílias são mandadas de volta sem a proteção adequada, elas se tornam ainda mais vulneráveis à violência, pobreza e deslocamento - fatores que as levaram a imigrar em primeiro lugar”, disse a diretora executiva do UNICEF, Henrietta Fore.
O Haiti é o país mais pobre do hemisfério ocidental e há muito tempo é atormentado pela pobreza, agitação civil e instabilidade política e econômica.
No mês passado, um terremoto de magnitude 7,2 abalou o país, afetando vidas, destruindo mercados, estradas e sistemas de irrigação. Poucos dias após o evento sísmico, a tempestade tropical Grace aumentou o sofrimento com danos adicionais.
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