E o interesse corintiano em CR7 é muito motivado pelo ‘projeto Taunsa’. Embora a empresa de agronegócios tenha desaparecido sem pagar um centavo ao Timão na parceria que fez para viabilizar a volta do meia Paulinho, no fim do ano passado, a ideia da instituição comercial é mantida na cabeça do presidente Duílio Monteiro Alves até hoje: trazer um jogador extraclasse, do tamanho que o Corinthians merece.
Se a vontade de contratar o português existe, o otimismo já nem tanto. Cristiano não teria valor de investimento, já que no início desta semana rescindiu amigavelmente o seu contrato com o Manchester United, da Inglaterra. Por outro lado, ele tem um dos salários mais altos do planeta, estimado em mais de R$ 10 milhões por mês.
A única possibilidade de a situação ganhar corpo é o Corinthians buscar parceiros, algo que é temido pelo Parque São Jorge desde o calote que o clube sofreu da própria Taunsa. No entanto, a chance de contratar CR7 faria com que a diretoria corintiana ‘engolisse o temor’. Porém, a condição para a parceira seria ela ser feita com uma empresa de relevância mundial, que minimizaria as chances de um novo vexame comercial.