Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou a abertura de processos criminais contra um grupo envolvido em um esquema internacional para financiar o programa de armas da Coreia do Norte. Segundo as autoridades, milhares de profissionais de tecnologia da informação (TI) foram contratados remotamente por empresas americanas — sem saber que, na verdade, estavam colaborando com o regime de Pyongyang. As informações são da agência AP News.
De acordo com o governo dos EUA, esses trabalhadores, usando identidades falsas ou roubadas, foram enviados pela Coreia do Norte para atuar remotamente em companhias americanas, inclusive grandes corporações listadas entre as maiores do país. Embora as empresas acreditassem que os contratados estivessem nos Estados Unidos, muitos estavam, na verdade, em território norte-coreano ou chinês. Os salários pagos eram transferidos para contas controladas por cúmplices ligados ao regime de Kim Jong-un.
O esquema foi desmantelado por meio de uma operação nacional, que também resultou na apreensão de contas bancárias, computadores e sites utilizados na fraude. Em dois casos específicos, os promotores federais abriram ações nos estados da Geórgia e de Massachusetts.
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