A Coreia do Norte declarou nessa segunda-feira (15) que sua posição como potência nuclear é “irreversível”, rejeitando as pressões de Washington por um processo de desnuclearização. A afirmação foi feita pela missão permanente do país na ONU, em Viena, e divulgada pela agência estatal KCNA. Pyongyang destacou que a condição de Estado nuclear foi incorporada à sua “lei suprema e básica”, tornando-se parte permanente de sua política nacional.
O regime de Kim Jong-un classificou as exigências norte-americanas como “anacrônicas” e “provocativas”, acusando os Estados Unidos de interferirem em assuntos internos. Segundo o comunicado, as armas nucleares são vistas como uma “opção inevitável” para garantir a segurança do país frente ao que considera ameaças nucleares vindas de Washington.
Apesar das declarações, o presidente norte-americano, Donald Trump, sinalizou neste segundo mandato que pretende retomar o diálogo com Pyongyang. No entanto, a Coreia do Norte já rejeitou diversas vezes os planos de desnuclearização propostos por Washington, reforçando que não abrirá mão de seu arsenal estratégico.
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