O Instituto AYA promoveu nesta semana, um encontro para entregar a segunda fase do projeto de análise de como o Brasil pode se posicionar diante da urgência da transição ecológica e da fragmentação do comércio internacional.
O objetivo da ação, segundo o instituto, é fortalecer o protagonismo do país, não apenas como fornecedor de recursos naturais, mas como ator estratégico na nova economia global.
O estudo, produzido em parceria com o Ministério da Fazenda e com o governo do Reino Unido, apresenta possibilidades de negócios sustentaveis e projeta o crescimento da economia sustentável do Brasil para os próximos cinco anos.
Pensando na COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, o projeto aprofundou a análise de cadeias produtivas prioritárias, como combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), minerais críticos para a transição energética, biosaúde e superalimentos, circularidade de têxteis e plásticos e transporte e adaptação costeira.
“O relatório traz ótimas notícias para o brasil em um contexto mundial e geopolítico bastante complexo. O Brasil hoje está no centro de desafios climáticos, mas também está no centro das oportunidades climáticas e da natureza”, avaliou Patricia Ellen, presidente do Conselho do Instituto AYA e cofundadora da AYA Earth Partners.
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