A contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) passou para R$ 81,05, valor que começou a valer desde o primeiro dia de 2026, refletindo o novo reajuste do salário mínimo, que subiu para R$ 1.621. O valor base corresponde a 5% do piso nacional e é destinado à Previdência Social. Dependendo da atividade exercida, podem ser somados impostos adicionais, como R$ 1 para atividades de comércio e indústria (ICMS) ou R$ 5 para prestadores de serviços (ISS).
?O pagamento deve ser realizado mensalmente por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que vence todo dia 20. Os empreendedores podem emitir a guia diretamente pelo Portal do Simples Nacional ou pelo aplicativo oficial do MEI, com opções de quitação via boleto, PIX ou débito automático. A manutenção em dia desses pagamentos é essencial para garantir o acesso a benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e licença-maternidade.
?Para permanecer na categoria de MEI em 2026, o faturamento anual do empreendedor deve respeitar o limite de R$ 81 mil, enquanto para os transportadores autônomos (MEI Caminhoneiro) o teto é de R$ 251,6 mil. A formalização segue sendo a porta de entrada para o mercado profissional, permitindo a emissão de notas fiscais e o acesso a linhas de crédito com taxas de juros mais baixas.
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