Empresas brasileiras têm apoiado projetos que visam regenerar e preservar áreas florestais, como forma de ter uma ação concreta dentro da pauta ESG (questões ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês). Diferentes formas de trabalhar são utilizadas pelas companhias: o financiamento de projetos pré-existentes, a realização direta de iniciativas pela própria companhia e o aprofundamento além do requisitado nas condições para que um negócio opere.
Além das questões de imagem para o mercado, a conservação e a regeneração de florestas têm outros aspectos positivos para o negócio, como a possibilidade de conseguir créditos de carbono, ou seja, diminuir as emissões de gases de efeito estufa, abrindo a possibilidade de vender esses “direitos ao uso”.
Permite ainda mitigar riscos ambientais – que poderiam atingir o negócio, como no fornecimento de insumos – e sociais, melhorando a relação com stakeholders (partes interessadas). Do ponto de vista da sustentabilidade, além da redução da emissão de gases, permite a manutenção da biodiversidade, com a preservação da fauna e da flora.