quinta, 23 de abril de 2026
08/12/2024   10:00h - Animais

Conheça nesta edição 5 animais bastante inusitados

A coruja que 'mia'

 

A coruja-das-torres do Príncipe (Otus bikegila), descoberta em 2022, é encontrada apenas na pequena nação insular de São Tomé e Príncipe. Ela tem tufos de penas nas orelhas e um canto característico semelhante ao miado de um gato. De acordo com o Birds of the World, um banco de dados ornitológico, a coruja está criticamente ameaçada de extinção.

 

 

O peixe-papagaio-azul

 

Nativo do Oceano Atlântico ocidental, o Scarus coeruleus é encontrado principalmente nos recifes de coral do Caribe. Conhecido por sua intensa coloração azul e por sua habilidade de triturar corais com dentes fundidos em forma de bico, o peixe desempenha um papel importante na manutenção dos recifes, transformando corais mortos em areia.

 

 

O mandarim-azul

 

Synchiropus splendidus - encontrado nos recifes de corais do Pacífico, é um peixe de cores brilhantes, incluindo tons de azul elétrico. É conhecido por seu comportamento recluso e por ser difícil de manter em aquários devido a sua dieta exigente.

 

 

O único tamanduá-bandeira albino do mundo

 

O único tamanduá-bandeira albino monitorado do mundo, o Alvinho, está em Mato Grosso do Sul. O animal é estudado pelos pesquisadores do Projeto Bandeiras e Rodovias do ICAS (Instituto de Conservação de Animais Silvestres), desde 2022.

 

Atualmente o tamanduá Albino pesa 22 kg, um pouco abaixo da faixa ideal para sua idade, que seria entre 28 e 30 kg. Entretanto, o animal está em excelente estado de saúde, como comprovado pelos exames clínicos realizados pela equipe.

 

O monitoramento de Alvinho é fundamental para entender como um tamanduá-bandeira albino se adapta ao seu habitat. Ao comparar seu comportamento com o de tamanduás da mesma faixa etária, os pesquisadores do ICAS conseguem mapear preferências de habitat, responder a fatores ambientais como temperatura e luminosidade, e identificar obstáculos no terreno que podem interferir em sua locomoção.

 

 

O macaco sem nariz

 

Rhinopithecus strykeri, encontrado na Birmânia, tem um nariz tão achatado que a chuva provoca espirros. Porém, infelizmente, esse curioso macaco enfrenta sérios desafios para sua sobrevivência, sendo ameaçado tanto pela caça local quanto pelo desmatamento.

 

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