A Matricaria chamomilla L., conhecida popularmente como camomila, é uma planta que se adapta a quase todos os solos, exceto se ele for arenoso. É uma espécie muito resistente e, atualmente, é um dos ingredientes mais aplicados em chás por todo o mundo. Conforme o artigo Chamomile: A herbal medicine of the past with bright future, estima-se que, em média, mais de 1 milhão de xícaras de chá de camomila são consumidas diariamente.
Segundo a EMBRAPA, o cultivo da semente de camomila depende de um clima temperado com uma elevada umidade no ar, não tolera bem calor e é resistente a geadas. Por isso, você a encontra nascendo até na calçada se caminhar pelo interior do Rio Grande do Sul ou de São Paulo.
A floração da camomila ocorre na primavera e no verão. É uma planta versátil, podendo ser usada no paisagismo, como formação de maciços e bordaduras, em grupos e conjuntos com outras plantas, assim como em vasos e jardineiras.
Ela adiciona um ar alegre e campestre aos canteiros, quebrando a austeridade, com seu aspecto singelo e perfume delicado e doce. Além disso, a camomila exerce papel de repelente de insetos e ácaros.
A indústria farmacêutica se aproveita muito dos elementos da camomila para produção de produtos, mas a naturopatia acredita em um uso mais puro da planta.
“A visão da naturopatia é que devemos usar a planta em sua integralidade. Este é o conceito de um medicamento fitoterápico, não isolar um princípio ativo específico nem acrescentando uma substância ao complexo produzido pela planta naturalmente”, explica o professor Daniel Alan Costa, presidente da Associação Brasileira de Naturopatia.
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