Se você não sabia, sim, há perigos no método de secar as mãos em lugares públicos. O primeiro ponto a ser avaliado é a eficiência da secagem capazes de fornecer. Pode parecer um fator menos importante, mas não é: mão molhadas são um prato cheio para as bactérias, que fazem da umidade um ambiente favorável para se proliferarem. Quanto mais secas, menos suscetíveis suas mãos estarão a bactérias.
É aí que entra uma das poucas opiniões que os dois lados compartilham: os secadores de jato de ar enxugam as mãos tão bem quanto as folhas de papel. Quando utilizados apropriadamente, os dois métodos podem ser considerados muito eficazes para deixar nossas mãos completamente secas.
O inimigo, nesse caso, é o secador de ar quente, que pode conter nele mesmo uma grande quantidade de bactérias (que gostam de ambientes mais aquecidos) e sopram o ar com pouca força. Isso leva a mais um fator que deve ser considerado: a demora no processo realizado pelos secadores de ar quente faz com que as pessoas desistam no meio e saiam do banheiro com as mãos ainda úmidas, o que conduz muito mais bactérias.
Com isso, podemos chegar à conclusão de que secar nossas mãos com toalhas de papel é mais higiênico, mas é pior para o meio ambiente. Os secadores de jato de ar podem deixar suas mãos mais contaminadas, além de infectar o ar com bactérias, mas vão gerar um impacto ambiental muito menor do que a primeira opção.
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