A governadora de Nova York, Kathy Hochul, aprovou a nova lei de compostagem humana após a morte, segundo o jornal britânico The Guardian. Com a decisão, seis estados americanos aprovaram a nova opção alternativa após o falecimento.
Em maio de 2019, Washington legalizou a técnica; Colorado e Oregon, em 2021; em 2022 Vermont e Califórnia legalizaram a opção.
Para a compostagem humana funcionar, o corpo é colocado em um recipiente semi-aberto coberto com lascas de madeira, alfafa ou palha que serão usados pelos micróbios. No final do processo cerca de um metro cúbico de solo denso em nutrientes será produzido podendo encher até 36 sacos de solo para fertilizante. Somente cemitérios com certificados de instalação de redução orgânica serão autorizados a fazer o processo.
A compostagem humana dividiu opiniões entre os americanos, principalmente a comunidade católica, alegando que a técnica "não presta o devido respeito aos restos mortais dos indivíduos”. Os defensores afirmam que alternativa é econômica e ajuda o meio ambiente, já que diferentemente da cremação, os restos mortais não são usados como combustíveis fósseis.
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