Monday, 08 de June de 2026
29/04/2023   09:40h - Mundo

Como suposto espião colocou Brasil entre disputa de Rússia e EUA

Quando agentes da Polícia Federal prenderam o russo Sergey Vladimirovich Cherkasov no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), em abril de 2022, eles não imaginavam que aquele homem branco de cabelos claros com documentos falsos e que dizia ser brasileiro apesar do forte sotaque estrangeiro poderia colocar o país em uma disputa aberta entre duas potências mundiais: Rússia e Estados Unidos.

 

Desde a última terça-feira (25), porém, Cherkasov passou a ser oficialmente disputado pelos governos dos dois países. Tanto a Rússia quanto os Estados Unidos pediram a sua extradição. Agora, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao governo brasileiro decidirem se Cherkasov será extraditado e qual país ficará com ele.

 

Os serviços de inteligência da Holanda alegavam que ele era, na verdade, um oficial do Departamento Central de Inteligência (GRU) da Rússia que usava a identidade brasileira para se infiltrar no tribunal.

 

Após sua prisão, contudo, a Polícia Federal e o FBI passaram a investigar a atuação de Cherkasov. Documentos e informações coletadas apontaram que ele teria usado a identidade brasileira para atuar nos Estados Unidos e na Europa. Procurada diversas vezes sobre o caso, a Embaixada da Rússia no Brasil não vem comentando o episódio.Quando agentes da Polícia Federal prenderam o russo Sergey Vladimirovich Cherkasov no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), em abril de 2022, eles não imaginavam que aquele homem branco de cabelos claros com documentos falsos e que dizia ser brasileiro apesar do forte sotaque estrangeiro poderia colocar o país em uma disputa aberta entre duas potências mundiais: Rússia e Estados Unidos.

 

Desde a última terça-feira (25), porém, Cherkasov passou a ser oficialmente disputado pelos governos dos dois países. Tanto a Rússia quanto os Estados Unidos pediram a sua extradição. Agora, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao governo brasileiro decidirem se Cherkasov será extraditado e qual país ficará com ele.

 

Os serviços de inteligência da Holanda alegavam que ele era, na verdade, um oficial do Departamento Central de Inteligência (GRU) da Rússia que usava a identidade brasileira para se infiltrar no tribunal.

 

Após sua prisão, contudo, a Polícia Federal e o FBI passaram a investigar a atuação de Cherkasov. Documentos e informações coletadas apontaram que ele teria usado a identidade brasileira para atuar nos Estados Unidos e na Europa. Procurada diversas vezes sobre o caso, a Embaixada da Rússia no Brasil não vem comentando o episódio.

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