Um levantamento realizado pela Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) chegou à conclusão de que um prato pedido pelo serviço de delivery iFood fica em média 17,5% mais caro para o consumidor, em comparação com o mesmo pedido feito no salão do restaurante.
O levantamento foi realizado em julho e ouviu 1.600 estabelecimentos. A pesquisa faz parte de um processo em andamento no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que apura se há abuso de posição dominante por parte do iFood no mercado de delivery brasileiro.
A conta se refere ao preço cobrado pelos restaurantes e já inclui os 10% da taxa de serviço. Não considera outras despesas, como a taxa de entrega cobrada pelo iFood, ou o gasto de estacionamento que o consumidor pode ter na ida ao restaurante.
A entidade assina, juntamente com a ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador) e outros aplicativos de delivery como Rappi, Pede Aí, Pedidos 10 e Rapidão App, um manifesto lançado em 26 de setembro, que pede "um mercado de delivery de comida mais aberto e justo".
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