quinta, 23 de abril de 2026
20/02/2023   10:08h - Bolsas & Ações

Com robôs cirurgiões, parque tecnológico da Rede D'Or (RDOR3) custou R$ 200 milhões

 Em julho de 2006, o site InfoMoney publicou uma reportagem destacando o crescimento do uso de robôs auxiliares em cirurgias médicas. O texto apontava que a área poderia registrar uma alta acelerada nos anos seguintes e que novas tecnologias surgiriam, promovendo maior precisão nos procedimentos e cortes cada vez menores.


Quase 15 anos depois  esse futuro se confirmou, com diversos equipamentos tecnológicos que estão alocados dentro dos centros cirúrgicos pelo Brasil e o mundo. Um deles é o Da Vinci, fabricado pela Intuitive Surgical, empresa norte-americana bastante reconhecida nesta área.


Com quatro braços que atuam de forma independente, essa série de robôs permite que um cirurgião realize uma operação à distância -estando no mesmo consultório- sem fazer contato direto com o paciente durante o procedimento.


O portal InfoMoney foi convidado a acompanhar uma cirurgia realizada com o uso desta tecnologia na unidade do Hospital São Luiz, em São Paulo, um dos maiores centros médicos do país que pertence à Rede D’or (RDOR3) . A cirurgia de retirada de hérnia foi concluída em poucos minutos e não registrou nenhuma intercorrência, conforme pontuou o cirurgião do aparelho digestivo Carlos Eduardo Domene, responsável pelo procedimento.


Entre tantos benefícios, o especialista afirma que o robô promove uma visão completa da parte interna do órgão em tratamento, elimina tremores de movimento e trabalha com menos cortes que a cirurgia aberta. Na operação em questão, foram conduzidos apenas quatro cortes milimétricos na região da barriga do paciente, sendo três para introduzir os braços com os instrumentos e o quarto para a câmera de visualização 3D.

 

Créditos: Informoney.com 

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