O rebaixamento para a Série C, o primeiro da curta história de seis anos do Amazonas, já é tratado como página virada dentro do clube. Depois de encerrar a Série B no Z4, a Onça-Pintada iniciou um processo imediato de reorganização, mirando um 2026 de calendário cheio, com Estadual, Copa Verde, Copa do Brasil e Série C, e com investimento pesado para retomar o espaço perdido.
A trajetória recente do Amazonas é meteórica: estreia nacional em 2022, acesso à Série C em 2023, título da Terceirona no mesmo ano e duas temporadas seguidas na Série B. A queda, porém, é vista internamente como parte de um ciclo natural.
“O presidente sempre costuma dizer que o Amazonas começou ao inverso. A gente construiu a casa pelo telhado. Tem uma hora que, naquele ponto de inflexão, ele tinha que decidir investir no clube, no time ou em estrutura. Podemos dizer que deu errado? Não. Nós conquistamos um título nacional que o estado não tinha. Deu certo”, destacou Igor Oliveira, dirigente de futebol do Amazonas.
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