Após enfrentar muitos desafios em sua produção, o filme Sete Cores da Amazônia teve sua pré-estreiamuito aclamada no Cine Teatro Guarany, localizado na avenida Sete de Setembro, área central. O longa conta a história de Sarah, uma menina que vive em uma das inúmeras palafitas de Manaus e embarca em uma jornada de descoberta de suas raízes indígenas ao conhecer a avó Ceucy.
A história é uma adaptação da HQ do escritor e ilustrador amazonense, Ademar Vieira, e de Tieê Santos. A direção do longa é assinada por Ana Lígia Pimentel. Ligia explica que a ideia nasceu como um curta, contudo foi aprimorada em uma colaboração conjunta com Ademar Vieira até chegar no resultado final que foi o filme, que possui como missão levar esse olhar novo sob a Amazônia para festivais internacionais.
Indicado ao prêmio Jabuti em 2021 pelo livro “Ajuricaba”, Ademar Vieira revelou que a adaptação foi uma grata surpresa, visto que não esperava que uma obra nova fosse adaptada tão cedo para as telonas. “Sete Cores é de 2018 e graças às políticas de fomento à Cultura, virou filme. Isso é maravilhoso e agora o Amazonas poderá participar de diversos festivais mundo afora. Para mim é uma honra estar no centro disso tudo. Eu sou de Manaus e quis fazer uma história que sintetizasse essa experiência de ser de Manaus, uma grande cidade com grandes problemas urbanos, mas situada no meio da floresta amazônica”, declarou.
O filme ‘Sete Cores da Amazônia' é um dos projetos contemplados pelo edital Prêmio Feliciano Lana da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas (SEC). Ele será exibido novamente na segunda semana de setembro para o público no Cine Teatro Guarany.
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