A Europa enfrenta sua 4ª onda de calor desde maio. O evento gera incêndios, mortes acima do esperado e rios em níveis críticos. O fenômeno é favorecido por uma área de alta pressão atmosférica. O sistema dificulta frentes frias e traz ventos com ar quente do Norte da África.
Temperaturas acima de 40°C e a falta de chuva retiram a umidade da vegetação. As plantas secas funcionam como combustível que acelera os incêndios.
Idosos, crianças e doentes crônicos estão mais vulneráveis ao calor. Muitas residências europeias foram construídas para reter calor, dificultando o resfriamento.
A baixa vazão dos rios diminui a produção de energia hidrelétrica e térmica. O calor também deforma trilhos ferroviários e trava pontes móveis.
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