Uma equipe de cientistas da Escola Politécnica Federal de Zurique (ETH), na Suíça, desenvolveu um dispositivo que pode salvar vidas no futuro. Depois de anos de pesquisa, os pesquisadores criaram um equipamento que funciona como uma célula de combustível de glicose, capaz de converter a energia o açúcar do sangue em energia elétrica.
A invenção tem como objetivo regular, de forma autônoma, os níveis de insulina e glicose em pacientes com diabetes e pode ser implantada sob a pele. O dispositivo é menor que uma unha humana e é ativado pelo excesso de açúcar presente no sangue.
O processo elétrico da nova célula eletrolítica é possível graças a um ânodo, que é um eletrodo positivo. A equipe da ETH inventou um ânodo feito com nanopartículas de cobre capaz de dividir a molécula da glicose em ácido glucônico e prótons para gerar eletricidade. Essa inovação tem o potencial de transformar o tratamento de diabetes, permitindo que as pessoas afetadas pela doença possam ter mais autonomia e controle sobre sua saúde.
A tecnologia é promissora por ser interna, requerer pouca energia e ter alta eficiência na liberação de insulina. A equipe da ETH está animada com o potencial do dispositivo e espera que ele possa ser comercializado e usado em breve para tratar e salvar vidas.
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