Inspirados no voo de borboletas, pesquisadores descobriram uma nova forma de gerar eletricidade utilizando um biomaterial sustentável presente nas asas desses insetos. As asas são compostas de quitina, um polímero orgânico, cujas propriedades surpreenderam os cientistas.
Durante a metamorfose, quando uma borboleta abre suas asas, o sangue bombeado pelas veias provoca uma reorganização das moléculas do polímero, conferindo a resistência e rigidez necessárias para o voo.
Inspirados pela combinação natural de forças, movimento da água e organização moleculares presentes nas asas de borboletas, os pesquisadores realizaram uma série de experimentos para aproveitar as propriedades da quitina.
Essa pesquisa revelou que o biomaterial tinha a capacidade de relaxar e se contrair em resposta a mudanças ambientais, assim como alguns insetos adaptam sua casca, permitindo que eles levantem objetos pesados, com mais de 4,5 kg.
Além disso, os pesquisadores também descobriram que o material poderia ser utilizado para extrair energia das mudanças de umidade, convertendo-as em eletricidade.
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